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Medidas de biossegurança são intensificadas na sede regional da CEPLAC/MAPA

 

Visando o fortalecimento das medidas de biossegurança doméstica na área da sede regional da CEPLAC/MAPA, os pesquisadores Karina Gramacho e Givaldo Niela, responsáveis pela coordenação do Programa de Prevenção à Moniliase do Cacaueiro, intensificaram os trabalhos de capacitação e treinamento com os servidores da Instituição.

O treinamento iniciado esta semana com os profissionais de comunicação e de relações públicas da Instituição, prevê também a capacitação e sensibilização dos servidores ligados  aos demais setores, como vigilantes, motoristas e do pessoal que trabalha nas áreas experimentais do Cepec.

As medidas de biossegurança são ações preventivas que evitam a introdução de novas pragas  na área da sede regional, com atenção especial para evitar a entrada do fungo Moniliophthora roreri, causador da Monilíase do Cacaueiro.

Segundo a pesquisadora Karina Gramacho “estas medidas de biossegurança doméstica foram elaboradas visando, especialmente, à prevenção da Monilíase. Agora, estamos implantando estas medidas aqui, na sede regional da CEPLAC,  como parte de uma ação conjunta de várias instituições para garantir que os nossos cacauais, e o nosso patrimônio genético em geral fiquem livres de pragas, especialmente a Monilíase do Cacaueiro”.

Na CEPLAC, estas medidas têm também um caráter educativo e prevê o acompanhamento de visitantes desde a recepção em aeroportos, instalação em hotéis e visitação nas áreas da Estação Arnaldo Medeiros localizada na sede regional da Instituição. As medidas são internacionais e se aplicam tanto a pesquisadores, estudantes e pessoas que venham de países onde já existe a Monilíase, como também ao visitante comum.

O pesquisador Givaldo Niela destaca dentre os procedimentos necessários, a importância “de que roupas e calçados usados pelos visitantes na viagem sejam colocados em embalagens plásticas, lacrados e desinfetados com água sanitária comercial, bem como equipamentos como celulares, máquinas fotográficas etc. sejam desinfetados com álcool etílico 70%. Ao entrar nas instalações da CEPLAC, devem lavar as mãos com detergente e água e desinfetar o solado do sapato com hipoclorito de sódio a 2,5%.”

Dentre as medidas de segurança está a aplicação da legislação brasileira, quanto ao trânsito de material vegetal, que proíbe a internalização, via movimentação de material vegetal ou animal. Portanto, não é permitido trazer ou levar, mudas, ramos, folhas, frutos e sementes sem autorização dos órgãos competentes.

Karina Gramacho afirma que a direção da CEPLAC está empenhada em oferecer as condições para o cumprimento dessas medidas, inclusive com a aquisição de materiais e equipamentos necessários e macacões apropriados para o uso de visitantes, e diz que pretende estimular todas as instituições participantes do Programa de Prevenção, especialmente universidades, que recebem estudantes, professores e visitantes, para também implementarem seus protocolos  de biossegurança doméstica”.

 

Superintendência da CEPLAC/MAPA – BA e ES

Jornalista: Raimundo Nogueira

Fotografia: Águido Ferreira

Assessoria de Comunicação da Ceplac
Tuesday, 10/23/2018