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Consultora do IICA, dirigentes e representantes dos servidores buscam novo modelo institucional para a CEPLAC

No último dia 27 de março, a consultora do IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura), Larissa Schimidt, acompanhada da Coordenadora Científica da CEPLAC/MAPA, Gisele Gomes, cumpriu uma agenda de trabalho na sede regional da CEPLAC com o objetivo de construir, conjuntamente com dirigentes e representantes dos servidores, a partir das propostas apresentadas, um novo modelo organizacional para a instituição.

O encontro realizado no auditório de Relações Públicas e na Sueba, contou com a participação do Superintendente da CEPLAC/MAPA – BA e ES, Carlos Alexandre Brandão e demais dirigentes, além dos representantes das entidades dos Servidores da CEPLAC, pesquisadores e extensionistas.

Após visitar o Centro de Desenvolvimento e Capacitação Tecnológica (fábrica de chocolate), laboratórios no Centro de Pesquisas e áreas experimentais com cacau de alta produtividade e receber informações dos técnicos sobre os trabalhos desenvolvidos na sede regional da CEPLAC, a consultora Larissa Schimidt explicou o motivo da sua missão. “Os objetivos da viagem foi efetivamente conhecer tanto as dependências físicas, quanto os processos produtivos de pesquisa da CEPLAC em função da intenção do governo de trabalhar com novos modelos jurídicos que ampliem o trabalho da CEPLAC e fortifique essa estrutura que precisa de algumas reformulações”.

   

    

Segundo a consultora, para propor e dar sugestões é melhor conhecer bem. “Então, a intenção era ter um contato local mais próximo que eu acho que foi fundamental para entender as atividades de pesquisa e extensão da CEPLAC. A partir disso, nós estamos trabalhando com diferentes modelos jurídicos considerando os prós e contras, mas todos eles buscando uma robustez do ponto de vista institucional e jurídico que dê uma longa vida ao trabalho da CEPLAC. Ou seja, um modelo que seja mais adequado para as necessidades atuais e que também seja mais duradouro e mais robusto para os anos vindouros”.

 

Larissa Schimidt agradeceu a receptividade de todos e informou que “os próximos passos é concluir essa análise de modelos jurídicos iniciais que contemplam pelo menos três alternativas jurídicas e profissionais a serem propostas ao Ministério e a partir do feedback trabalhar de forma mais aprofundada nesse modelo”.

Segundo Gisele Gomes, Coordenadora Científica da CEPLAC/MAPA, o objetivo desta reunião segue o previsto no Termo de Referência, com a contratação da consultoria e apresentação dos possíveis modelos organizacionais jurídicos para a CEPLAC, com as vantagens e desvantagens de cada um.

Ela explicou: “assim que o trabalho da consultora ficou pronto, ele veio inicialmente ser apresentado aqui na CEPLAC aos seus dirigentes e representantes dos servidores, além dos pesquisadores, extensionistas e administrativos, para que, antes da entrega do produto ao MAPA e o IICA, ele fosse apresentado aos interessados e submetido para crítica e pudesse ser corrigido e aperfeiçoado, já que ninguém conhece melhor o seu trabalho do que o próprio servidor”.

Gisele Gomes disse ter sido bastante propício os contatos, “tivemos algumas sugestões que foram fantásticas. O Termo de Referência e o projeto que o MAPA encomendou para a CEPLAC e o IICA não implica que a consultora ofereça um modelo pronto. Quem vai definir o que é melhor para a CEPLAC é a administração do MAPA, junto com a diretoria da Ceplac e seu corpo funcional. Não é trabalho da consultora fazer a escolha.”

“O Termo de Referência prevê que depois a consultora vai fazer esse mesmo trabalho no Pará e Rondônia, ou seja, o debate será feito com todo o corpo institucional que vai então fazer os encaminhamentos do que acredita ser a melhor possibilidade. O prazo para apresentação final é em maio, inclusive, cada um desses modelos já vai conter seu próprio encaminhamento jurídico, modelo de decreto, projeto de lei ou medida provisória, pois o que o MAPA decidir junto com a CEPLA já virá com todos os instrumentos legais para encaminhamento ao congresso”, concluiu Gisele Gomes.

O superintendente da CEPLAC – BA e ES, Carlos Alexandre Brandão, destacou a competência e sensibilidade de todos os envolvidos nesse processo de construção de um novo modelo conceitual de organização para o futuro da CEPLAC. “O conhecimento e a experiência de todos envolvidos nesse projeto de reformulação da nossa CEPLAC, resultará no aperfeiçoamento da Instituição, preparado-a para que ela possa continuar servindo às comunidades produtoras com a aplicação de tecnologias mais modernas e eficazes”.

28/03/2018 – Superintendência da CEPLAC/MAPA – BA e ES

Jornalista: José Carlos Peixoto -     Fotos: Águido Ferreira

Assessoria de Comunicação da Ceplac
Thursday, 3/29/2018