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Integrantes do projeto “Fazenda da Esperança” conhece tecnologias da CEPLAC/MAPA

Com o objetivo de conhecer as tecnologias desenvolvidas pela CEPLAC/MAPA no cultivo de cacau, uma equipe responsável pelo projeto da Fazenda da Esperança, que trabalha na recuperação de dependentes químicos no Brasil e no exterior, visitou recentemente a sede regional da Instituição.

 

Recepcionados pelo Núcleo de relações Públicas da CEPLAC, sob a coordenação de Erivaldo Souza, o grupo assistiu a um vídeo institucional e em seguida visitou os seguintes locais: Laboratórios no CEPEC, áreas experimentais de cacau e Fábrica de Chocolate (Centro de Desenvolvimento e Capacitação Tecnológica).

A Fazenda da Esperança é um projeto com mais de 30 anos de experiência na recuperação de dependentes químicos, sendo o maior da América latina que desenvolve essa atividade. São mais de 130 unidades espalhadas por 19 países, inclusive, todos os estados do Brasil possui uma unidade. Com apoio da comunidade europeia para pesquisas, eles oferecem perspectivas e incentivam os jovens das áreas rurais a descobrirem novas possibilidades.

Klaus Rautenberg, responsável pela Fazenda da Esperança em Guaratinguetá-SP, explicou que a comunidade terapêutica resgata milhares de famílias com aprendizados na área rural, convivência comunitária e aquisição de valores espirituais. “Sempre repetimos para o jovem que basta querer essa recuperação que nós estamos aqui para ajudar. Saímos da Alemanha para passar um ano aqui no Brasil e com esse projeto já estamos há 21 anos aqui no Brasil”, informou Klaus Rautenberg.

A visita resultou em mais uma parceria da CEPLAC/MAPA com um projeto tão importante que é a recuperação dos jovens dependentes químicos. Além de fazer a doação de 1.500 mudas de cacau, que serão cultivadas na unidade em Ilhéus, sob a responsabilidade de Rubem Nunes da Fonseca; a instituição dará apoio técnico para que eles iniciem um berçário que permitam criar mudas certificadas, implantando um banco de germoplasma na Fazenda da Esperança em Ilhéus.

“Temos outra fazenda do estado do Pará que tem 3.000 mil pés certificados pela CEPLAC, já plantados. Estamos com esse grupo de multiplicadores para incentivar e descobrir através disso uma fonte de renda”, justificou Rautemberg.

 

Ao final da visita, o grupo foi unanime nos elogios aos trabalhos desenvolvidos pela CEPLAC e agradeceram e o apoio que o órgão está prestando ao projeto. “É uma instituição de porte, bem estruturada, cuidada e bem preparada para dar assistência aos agricultores, garantindo assim um desenvolvimento e a qualidade do produto que é o cacau e outras culturas”, enfatizou Klaus Rautemberg.

 

Superintendência da CEPLAC/MAPA na Bahia

Jornalista: José Carlos Peixoto

Reportagens: José Hamilton

Fotos: Àguido Ferreira

Assessoria de Comunicação da Ceplac
Wednesday, 3/14/2018