Criação de aves (galinhas) para produção de ovos e carne em sistema de caipira

 

A produção avícola brasileira passou por um processo de transformação nos últimos anos se destacando com uma avicultura competitiva no mercado.


As mudanças de hábitos alimentares de uma significativa parcela da população, notadamente de maior poder aquisitivo, vem ampliando a procura por alimentos cuja origem seja uma produção mais natural.


A “velha” galinha conhecida como “pé duro ou caipira” dos terreiros com potencial produtivo de apenas 50 a 80 ovos por ano existe em mais de 80% das propriedades rurais e tem contribuindo para melhorar a alimentação das famílias e muitas vezes auxiliando como parte da renda na economia familiar.


O programa de seleção das aves para serem criadas em sistema caipira, procurou encontrar um ponto de equilíbrio entre o passado e o futuro e entre a rusticidade e a produtividade, apresentando aves com potencial de produção de 270 a 300 ovos ao ano e também aves especializadas para produção de carne com a vantagem da comercialização de um produto diferenciado com melhor remuneração por parte do mercado consumidor.


No sistema de produção proposto a escolha do tipo da ave a ser criada é de fundamental importância, e para promover a máxima capacidade produtiva da ave, além de outros aspectos como nutrição, ambiência, sanidade e manejo.


Classificação das aves de acordo a sua função econômica:
- Para produção de ovos (poedeiras).
- Para produção de carne (corte).
- Dupla aptidão.

Tabela sobre consumo de ração para ave de postura
 

Idade

(semanas)

Peso /ave

(gramas)

Consumo/dia

(gramas)

Acumulado

(quilos)

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

17

18

22

30

73

70

140

220

300

380

470

570

660

750

830

910

990

1070

1150

1230

1410

1500

1840

1950

2090

12

19

26

32

38

41

45

48

51

54

56

58

60

63

67

78

84

107

113

108

0,084

0,217

0,399

0,623

0,889

1,176

1,491

1,827

2,184

2,562

2,954

3,360

3,780

4,221

4,690

5,740

6,328

9,114

  15,393

  48,895

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tabela sobre consumo de ração para ave de postura

Idade              Peso / ave     Consumo / dia                    Acumulado

(semanas)     (gramas)        (gramas)                    (quilos)

1                     70                   12                               0,084

2                     140                 19                               0,217

3                     220                 26                               0,399

4                     300                 32                               0,623

5                     380                 38                               0,889

6                     470                 41                               1,176

7                     570                 45                               1,491

8                     660                 48                               1,827

9                     750                 51                               2,184

10                   830                 54                               2,562

11                   910                 56                               2,954

12                   990                 58                               3,360

13                   1070               60                               3,780

14                   1150               63                               4,221

15                   1230               67                               4,690

17                   1410               78                               5,740

18                   1500               84                               6,328

22                   1840               107                             9,114

30                   1950               113                             15,393

73                   2090               108                             48,895

Revista: Escala Rural – Ano III- Nº 18


Na região cacaueira, em alguns criatórios, as aves têm apresentado as características de textura e sabor na carne que o mercado regional deseja aos 120 dias de vida, daí ser muito importante o manejo alimentar.

Tabela sobre consumo de ração para produção de carne – “ave tipo pesada”
 

Critério
Tipo de ração

Confinado 1º dia
até o abate
Comercial 3100 kcal

Livre 30º dia
até o abate
Caipira 2850 kcal

Idade (dias)

Peso Vivo (g)

Total de Ração kg

Idade (dias)

Peso Vivo (g)

Total de Ração kg

28

280

0,980

28

598

1,052

35

930

1,740

35

818

1,480

42

1180

2,350

42

1038

2,070

49

1445

3,110

49

1271

2,790

70

2210

5,750

70

1950

5,050

84

2485

6,760

84

2175

6,120

90

2730

8,160

90

2402

7,206

Fonte: Avifran

Com investimentos relativamente baixos e instalações de fácil construção com simples técnica de manejo, a criação em sistema caipira tem se mostrado lucrativo, principalmente, para pequenos produtores, pois tem a vantagem da comercialização de um produto diferenciado com boa procura e melhor valor de comercialização.


Esse sistema de criação é simples, as aves devem ter dietas mistas, compostas de ração balanceada, complementada com produtos da região e pasto de boa qualidade para que possa ser direcionada como alimentação suplementar, pois a alimentação convencional chega a representar hoje cerca de 89% dos custos de produção (planilha em anexo).


As aves devem ser soltas durante o dia para que possam ciscar, tomar sol, com isto se exercitam, em fim terem uma vida natural e mais saudável.


Para iniciar nesse sistema de criação é necessário procurar um profissional da área para que possa lhes orientar.


Quando for planejar as instalações, elas devem oferecer: conforto ambiental, condições ideais de manejo, proteção contra predadores, cuidados estes que não devem ser ignorados sob pena de comprometer todo o projeto.

CHEGADA DOS PINTOS:
- antes do recebimento dos pintos, certificar-se que o galpão e os equipamentos estão limpos e em boas condições de funcionamento;
- abasteça com água com açúcar (50 gramas/litro de água) e ligue a fonte de calor antes de soltar os pintos no circulo;
- observar o comportamento dos pintos (vê ilustração);
- manter atualizado os registros na ficha de controle zootécnico (em anexo).

Manejo básico

Mesmo sendo resistentes e geneticamente selecionadas para serem criadas em sistema semi-intensivo, estas aves têm como fundamental os bons cuidados principalmente no primeiro mês.
Adquirida as aves, é preciso respeitar uma rotina de trato que assegure seu crescimento rápido e saudável. Uma primeira recomendação é evitar o estresse das aves e adaptar a estrutura ao criatório a cada etapa de seu desenvolvimento. Tudo deve mudar gradativamente e o que nunca deve faltar é:
- limpeza do ambiente;
- temperatura adequada;
- disponibilidade de água limpa, fresca e de ração específica.

Na chegada das aves com um dia, depois de soltá-las dia devem receber água com “açúcar” (50 gramas/litro de água) para hidratar e aumentar a sua energia e a partir daí colocar a ração.
Para uma boa criação, é fundamental selecionar os pintos que estão sendo incorporados ao plantel como:
- peso de 40 a 45 g. O mínimo aceitável é 35 g. independente da linhagem ou raça;
- pluma sedosa e seca;
- olhos vivos;
- tamanho e cor uniformes;
- pele dos pés brilhante, nunca seca ou rachada;
- sem defeitos, com pés tortos, bicos cruzados, aspecto apático.

Nos primeiros dias, o principal inimigo da criação capaz de exterminá-la é a falta ou excesso de calor. As aves ainda não desenvolveram a capacidade de controlar a temperatura do seu corpo, por isso ficam inteiramente sujeitas às variações externas. Um pintinho nasce com 39,8ºC e cabe ao criador atenuar as diferenças entre as temperaturas do corpo e a do meio ambiente. Essa medida se faz com campânulas elétricas ou a gás, indicados para lotes de até 500 pintinhos. Tome como referência à fonte de calor e calcule no chão um raio de 1,20 m para erguer um círculo de retenção das aves que pode ser feito com folha de compensado (tipo eucatex) e deve ter uma altura de aproximadamente 0,60 m.

O comportamento da ninhada dirá se a temperatura dentro do círculo está ou não adequada. Pintinhos amontoados junto à lâmpada e piando indica calor insuficiente. Ao contrário, se permanecerem distante da campânula, mas piando, há excesso. Bom sinal é vê-los regularmente distribuídos, em silêncio, alimentando-se normalmente.
             
                     

 

Por volta do 14º dia a penugem cai e surgem as penas que constituem um bom isolante térmico. O círculo de proteção não é mais necessário. Dependendo da época do ano, a campânula também poderá ser desativada – primeiro durante o dia, depois à noite.


A alimentação nessa primeira fase muda também gradativamente, tudo em função da idade e do tipo da ave a ser criada. Ela pode decidir a falência ou a rentabilidade do negocio. A Alimentação Convencional representa cerca de 89% dos custos variáveis com a avicultura; é simplesmente insuportável para o pequeno criador. Como contornar? Existem algumas possibilidades!


Produzir a própria ração – essa alternativa só é válida para criações acima de 500 cabeças, e antes de tudo é necessário que se faça “muita conta” para avaliar se é ou não viável.

Manejo das aves para produção de ovos.

Para iniciar a criação de aves para produção de ovos, o produtor deve escolher com que tipo de ave ele vai trabalhar em seu aviário, associada à preferência do mercado consumidor. Essa ave deve ter: baixa mortalidade, resistência a doenças, baixa relação entre consumo de ração e postura de ovos, além de uma capacidade para postura acima de 240 ovos/ano com boa capacidade de pigmentação da gema.


A fase inicial ou fase de cria é a mais sensível da criação, vai desde o primeiro dia até a 6ª (sexta) semana de vida.


A fase de recria vai da 7ª até a 18ª semana é onde ocorre um grande crescimento das aves sendo determinante para a qualidade da futura poedeira.


Fase de pré-postura vai da 19ª até a 23ª semana.
Fase de postura vai da 24ª até a 70ª semana, quando devem ser descartadas.
 

Tabela: O ciclo de produção de ovos:

IDADE (EM SEMANAS)

PRODUÇÃO DE OVOS

De 17ª A 18ª

5 A 10%

De 19ª a 20ª

50%

De 28ª a 30ª

Mais de 90%

De 45ª a 70ª

Ocorre decréscimo na produção

Acima de 70ª

Descarte.

 

Critérios para seleção de poedeiras produtivas
Galinha em produção apresenta:
- crista e barbelas grandes de aspecto sedoso e coloração vermelha.
- cloaca oval e alargada e úmida.
- distância entre ossos da pelve de 3 a 4 dedos.
- abdômen macio.

Galinha fora de produção apresenta:
- crista e barbelas pequenas, secas e escurecidas.
- cloaca estreita, circular, pálida e seca.
- distância entre os ossos da pelve de apenas 2 dedos.
- abdômen duro e pequeno.

A presença dos galos é muito importante, apesar de comerem mais que as galinhas e não botarem ovo, pois as galinhas se comportam mais tranqüilas, “ficam mais felizes” e isso tem importância fundamental também no aspecto sanitário, visto que o estresse é reconhecidamente um fator predisponente para doenças que acabam causando grandes prejuízos na avicultura.

Manejo Alimentar – a parte nutricional é um dos fatores que mais interferem no resultado produtivo do lote.


Todo o programa alimentar de aves está baseado na função, idade e peso dos animais, assim deve-se fornecer uma ração especifica para cada período de desenvolvimento das aves. O aproveitamento de restos de horta e cascas de frutas na alimentação das “galinhas” criadas em sistema caipira é recomendável, desde que esses restos sejam oferecidos como complementação à ração balanceada e não como dieta principal das aves.

Tabela: Relaciona a função econômica, idade e tipo de ração que deve ser fornecida as aves:

Alimentação Por Idade   

Tipo de Ração

A) Aves para corte

 

1 a 30 dias

Ração Inicial

31 a 42 dias        

Ração de crescimento engorda.

43 ao abate            

Ração de acabamento.

B) Aves para postura

 

1 a 10 semanas

Ração para pintinhas.

11 a 18 semanas

Ração para frangas.

Mais de 19 semanas

Ração para postura.

Revista: Escala Rural – Ano III- Nº 18

A alimentação vegetal pode suprir cerca de 25% das exigências nutricionais das aves. Os vegetais crescem recebendo a energia do sol, e estão repletos de caroteno, vitaminas, minerais e força vital. As ingestões de gramíneas, leguminosas e outras fontes vegetais fornecem vitaminas e minerais as aves, coferindo-lhes resistência às doenças e modificando a qualidade de seus ovos tornando suas gemas mais vermelhas e ricas em vitamina A e com melhor valor comercial.

Coleta e classificação dos ovos:
Os ninhos devem ser usados exclusivamente na fase adulta das aves em postura, são muito importantes para garantir ovos de boa qualidade, mais limpos e com menor riscos de contaminação. Eles devem ser mais altos que o piso, com aproximadamente 40 centímetros de largura, 30 de altura e 30 de profundidade, com uma boa “cama” sedo suficiente para abrigar de quatro a cinco galinhas.


Os ninhos têm a função de proporcionar um local macio e aconchegante para a postura dos ovos. Cerca de 60 a 70% da postura é realizada pela manhã. Existe a necessidade de realizar a maior parte da coleta dos ovos neste período, para que eles não fiquem acumulados nos ninhos e possam quebrar ou trincar. Durante a coleta, é aconselhável que os ovos sejam colocados em bandejas plásticas ou de papelão com a extremidade mais fina voltada para baixo, pois a utilização de baldes ou cestas, ocasionam um alto índice de ovos trincados e quebrados, apesar da casca do tipo caipira ser mais resistente. Após a coleta, os ovos devem seguir para a sala de classificação, onde serão limpos a seco com uso de uma esponja. Por se tratar de um produto perecível, deve-se observar o período de consumo do ovo, que gira em torno de 15 a 25 dias.

Sanidade – O melhor remédio é a prevenção e o criador deve saber que aves bem alimentadas e com bom manejo são mais resistentes.


A prevenção das doenças é de grande importância na manutenção da saúde das aves, que consiste em um conjunto de praticas que envolvem higiene, profilaxia e combate sistemático a endo e ectoparasitas, para isso procure o méd. veterinário na sua região para indicar o melhor calendário destas, em função da realidade epidemiológica onde está localizada a sua criação. As vacinas são estritamente necessárias para garantir a saúde das aves.


A verminose, também se constitui num sério problema nas criações mal orientadas.
As aves são também atacadas por ectoparasitos que lhes ataca a plumagem ou roubando-lhes o sangue e veiculando as doenças.


No sistema semi-intensivo, o ambiente deve ser menos estressante que numa granja convencional, pois as aves interagem com as forças da natureza, que as torna mais saudáveis.

Tabela: Cronograma de Vacinações

 

IDADE

(dias)

 

VACINA

 

APLICAÇÃO

Bouba Marek

Punção na membrana da asa intramuscular (feita no incubatório)

10º

New Castle

 

Intra-ocular, intranasal

(ou na água de bebida não clorada)

21º

Bouba Aviária

Escarificação na coxa (só no caso de não ter sido feito no 1º dia de vida) ou punção na membrana da asa

35º

New Castle

 

Intra-ocular, intranasal água de bebida (não clorada)

63º

Bouba Aviaria

Escarificação na coxa ou punção na membrana da asa

De 4 em 4 meses

New Castle

Intra-ocular, intranasal, água de bebida (não clorada)

Fonte: Escala Rural – ANO III – Nº 18. (adaptado)


Existem vários fatores que podem afetar negativamente o sistema de produção:
a) construção e ou formato inadequada de comedouros e bebedouros;
b) condições péssimas da “cama” como material inadequado e úmido;
c) superlotação;
d) baixa ventilação;
e) temperaturas altas (desconforto térmico);
f) número insuficiente de comedouros e bebedouros;
g) controle da sanidade ignorado;
h) falhas no manejo.

Planilhas: projeto de avicultura - sistema caipira

Plantel: 300 aves para produção de ovos.
 

Especificação

um

Quant

P. unt. R$

P. total R$

%

                 Galpão 6X10 (alvenaria)*

m2

60

50,00

3.000,00

79,93

                 Bebedor tipo rosca

un

04

6,00

24,00

0,64

                 Bebedor tipo pendular

un

05

25,00

125,00

3,33

                 Comedouro tipo bandeja

un

04

6,00

24,00

0,64

                 Comedouro tipo tubular

un

10

30,00

300,00

7,99

Ninhos

um

60

3,00

180,00

4,79

Campânula

un

01

100,00

100,00

2,66

 

SUBTOTAL       R$   3.753,00               100,00%

Aves

cab.

300

2,20

660,00

4,96

              Ração inicial 6,4kgx300

kg

1920

0,90

1.728,00

--

           Ração postura 100gx 300x365

               Milho grão 20gx300x365

kg

kg

10.950

730

0,90

0,50

9.855,00

365

Total ração

89,69

        Vacina new castle

frasco

4

8,50

34,00

0,25

                Vacina bouba     (frasco com 100 doses)

frasco

3

8,00

24,00

0,18

             Outros medicamentos

 

 

 

20,00

0,15

      Butijão com gás

un

1

35,00

35,00

0,26

           Cal (saco de 50 kg.

un

10

5,00

50,00

0,37

Vermífugo

sachê

10

2,00

20,00

0,15

                  Mão-de-Obra (2 h / dia  x 540 dias) (1,5 ano)

hora

1,00

  540,00

540,00

4,06

 

SUBTOTAL      R$  13.321,00         100,0%

TOTAL GERAL        r$ 17.084,00

 

Instalações R$ 3.753,00 / 5 lotes = R$ 750,60
Custo Variável R$ 13.321,00
Custo total R$ 14.081,60

Produção de ovos: 280 AVES X 270 0V0S = 75.600 OU 6.300 DÚZIAS.
Custo do Ovo – R$ 14.081,60 / 6.300 dz. = R$ 2,23 + R$ 0,10 de embalagem = R$ 2,33dz.

Receitas:
Ovos: 6.300 dz. X R$ 3,00 = R$ 18.900,00
Descarte: 280 aves X R$ 8,00 = R$ 2.240,00
TOTAL = R$ 21.140,00

DESPESAS TOTAIS= R$ 17.064,00

LUCRO (receitas – despesas) = R$ 4.076,00 / 12 meses = R$ 339,66 / mês (Lotes 1)

LOTE 2
RECEITA = R$ 21.140,00
DESPESAS = R$ 13.311,00

LUCRO = R$ 7.829,00 / 12 meses = R$ 652,41 / mês

PROJETO DE AVICULTURA – SISTEMA CAIPIRA

Plantel: 300 aves para produção de carne
 

Especificação

Un

Quant

P.  un. r$

P. total r$

    Galpão 5 x 9 (alvenaria)*

m2

45

50,00

2.250,00

    Bebedor tipo rosca

un

04

  6,00

24,00

    Bebedor tipo pendular

un

05

25,00

125,00    

    Comedouro tipo bandeja

un

04

  6,00

24,00

    Comedouro tipo tubular

un

10

30,00

300,00

    Lança chama

un

1

40,00

40,00  

    Campânula

un

01

100,00

100,00

    Aves

Cab.

300

1,70

510,00

Ração  6,0 kg X 300

Kg

1.800

0,9

1.620,00

    Vacina new castle

Frasco

2

8,50

17,00

    Cal (50 kg)

Saco

10

5,00

50,00

    Outros medicamentos

 

 

 

20,00    

    Butijão com gás

Um

1

35,00

35,00

    Vermífugo

Sachê

05

2,00

10,00

    Mão-de-obra (2 h / dia = 200hs)

Hora

200

1,00

200,00

 

Instalações 2.863,00 / 10 anos = R$ 286,30 / ano / 3 lotes = R$ 95,43 / lote
Custo de R$ 2.863,00 + R$ 95,43 = R$ 2.959,43 / 300 aves = R$ 9,86 / ave com 2,2 kg de PV ou R$ 4,48 / kg de PV.

Nota: Preço de mercado regional é de R$ 12,00 a ave, gerando um lucro de R$ 2,14 / ave.


Ficha para controle zootécnico das aves - Galpão Nº _____

TIPO:_______________________________________ MÊS:________________ ANO:_________
 

DATA DE RECEBIMENTO:                                              Nº DE AVES:

 

DIA

EXISTE

MORTE

SAÍDA ABATE

DIST. DE

RAÇÃO

PRODUÇÃO

DE OVOS

CONTROLE SANITÁRIO.

01

 

 

 

 

 

 

02

 

 

 

 

 

 

03

 

 

 

 

 

 

04

 

 

 

 

 

 

05

 

 

 

 

 

 

06

 

 

 

 

 

 

07

 

 

 

 

 

 

08

 

 

 

 

 

 

09

 

 

 

 

 

 

10

 

 

 

 

 

 

11

 

 

 

 

 

 

12

 

 

 

 

 

 

13

 

 

 

 

 

 

14

 

 

 

 

 

 

15

 

 

 

 

 

 

16

 

 

 

 

 

 

17

 

 

 

 

 

 

18

 

 

 

 

 

 

19

 

 

 

 

 

 

20

 

 

 

 

 

 

21

 

 

 

 

 

 

22

 

 

 

 

 

 

23

 

 

 

 

 

 

24

 

 

 

 

 

 

25

 

 

 

 

 

 

26

 

 

 

 

 

 

27

 

 

 

 

 

 

28

 

 

 

 

 

 

29

 

 

 

 

 

 

30

 

 

 

 

 

 

31

 

 

 

 

 

 

Total:

 

 

 

 

 

 

 

G.R.A.
OBSERVAÇÕES:________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

_____________________________________________________________________________________

__________

 

Gilton Ramos de Argôlo M. Sc. Engº. Agrº - CARE do Brasil.
Dionisio José de Lima – Téc. Agrícola / Economista – CONSULCOOP.