International Cocoa Research Conference, Kota Kanibalu, Malaysia, 2000

CONTROLE DO FLUXO FOLIAR E FLORAÇÃO DO CACAUEIRO (Theobroma cacao L.) COM O USO DE ANELAMENTO E BIO-REGULADORES

 


RESUMO
Com a ocorrência da enfermidade vassoura-de-bruxa na região produtora de cacau da Bahia, observada pela primeira vez em 1989 (Pereira et al., 1989), a economia da região foi severamente afetada e, também, a estabilidade ecológica vem sendo ameaçada, em decorrência da substituição dos cacauais por pastagens e, consequentemente, a eliminação das espécies arbóreas nativas para a comercialização da madeira. Apesar de ainda não estarem completamente elucidados os fatores que predispõem à incidência e ao desenvolvimento da vassoura-de-bruxa, tudo parece indicar que as condições que favorecem a formação de basidiocarpos e liberação de basidiósporos coincidem com as que estimulam os processos de desenvolvimento do cacaueiro, promovendo desta forma maior disponibilidade de pontos de infecção. O controle racional da vassoura-de-bruxa requer conhecimentos básicos sobre a biologia do fungo e epidemiologia da doença mas, principalmente, domínio sobre a fenologia da planta. Desta forma, o conhecimento dos mecanismos fisiológicos e dos fatores ambientais que induzem o aparecimento de tecidos susceptíveis (folhas novas, flores e frutos jovens), bem como a possibilidade do controle destes mecanismos através de manejo, poderá ser uma importante ferramenta no combate à doença. Com o objetivo de reduzir a incidência da doença nas folhas, flores e frutos, tentou-se controlar o processo de floração e fluxo foliar através de métodos mecânicos ou químicos para provocar assincronia entre as épocas de liberação dos esporos do fungo e a emissão de tecidos susceptíveis à infecção. O experimento foi conduzido na CEPLAC/ESOMI, no Recôncavo da Bahia em cacaueiros da cultivar Catongo com 20 anos de idade no espaçamento 3x3m. Os tratamentos foram: cloreto de mepiquat em pulverização foliar a 3.000 e 6.000 ppm; paclobutrazol injetado no tronco a 0.1, 0.2 e 0,4 g i.a./planta; anelamento da planta com 2,5 mm; estrangulamento da planta com arame e o controle. O anelamento das plantas além de reduzir significativamente o número total de folhas emitidas em 60%, também retardou o ponto de máximo lançamento foliar em, aproximadamente, quatro semanas. Não foi observado diferença estatística entre plantas estranguladas e tratadas com paclobutrazol a 0,4g/planta, estes tratamentos reduziram significativamente o total de folhas emitidas em cerca de 29 %, mas não influenciaram no período dos lançamentos. Os tratamentos com cloreto de mepiquat, em todas as dosagens, e com paclobutrazol a 0,1 e 0,2 g/planta, não apresentaram qualquer efeito significativo no total de folhas lançadas. A floração foi significativamente aumentada em plantas aneladas, estranguladas e tratadas com paclobutrazol (0,4g/pl.), com incrementos de 358, 182 e 152 % em relação ao controle, e antecipada em, aproximadamente, oito semanas nas plantas aneladas. Não foi observado efeito do cloreto de mepiquat sobre a floração.

INTRODUÇÃO
O cacaueiro (Theobroma cacao L.), por ser uma planta que em seu cultivo possibilita o convívio com a floresta natural, permite, consequentemente, a manutenção da biodiversidade da área explorada. Muitas espécies nativas da mata atlântica da região cacaueira da Bahia foram preservadas graças a implantação de cacaueiros sob a mata raleada, também conhecido como sistema cabruca. Dos 600.000 hectares de cacaueiros plantados na região, aproximadamente 65% estão sob o sistema cabruca.


Com o advento da vassoura-de-bruxa (VB) na região cacaueira da Bahia, observada pela primeira vez em 1989 (Pereira et al., 1989), somada às condições adversas do clima nos últimos anos, a produção de cacau vem decrescendo rapidamente. A economia da região foi severamente afetada, como também a estabilidade ecológica vem sendo ameaçada em decorrência da substituição dos cacauais por pastagens, banana e café e, o mais grave, a destruição dos remanescentes da mata atlântica para a comercialização da madeira.


A eficiência das práticas culturais, principalmente as podas fitossanitárias, recomendadas para o controle da vassoura-de-bruxa depende do nível de infecção e altura das plantas, sendo o seu custo bastante oneroso (Bastos, 1989). Por outro lado, o controle químico, através da aplicação de fungicidas, é muito difícil uma vez que o fungo infecta tecidos em crescimento, sendo praticamente impossível se manter uma cobertura adequada de produto de modo a assegurar uma proteção efetiva contra a infecção (Lawrence et al., 1991). Certa eficácia no controle da enfermidade tem sido, entretanto obtida com a utilização de alguns fungicidas sistêmicos (Silva, 1981; Bastos, 1989). Pesquisas recentes desenvolvidas na área de controle biológico vêm alcançando resultados animadores com a utilização do fungo Trichoderma polysporum no controle da VB (Luz et al., 1997). Na área da genética, a utilização de clones resistentes à doença tem despontado como uma outra promissora alternativa de controle (Sena-Gomes et al., 1996).


Apesar de ainda não estarem completamente elucidados os fatores que predispõem à incidência e ao desenvolvimento da VB, tudo parece indicar que as condições que favorecem a formação de basidiocarpos e liberação de basidiósporos coincidem, muitas vezes, com as que estimulam os processos de desenvolvimento do cacaueiro, promovendo desta forma maior disponibilidade de pontos de infecção (Lawrence et al., 1991).


Um aspecto já bem estabelecido é que o fungo Crinipellis perniciosa (Stahel) Singer, agente causador da doença, infecta, principalmente, tecidos recém formados, como gemas em desenvolvimento, fluxo foliar imaturo, almofadas florais e frutos jovens (Lawrence et al., 1991).


O controle racional da VB requer não somente conhecimentos básicos sobre a biologia do fungo e epidemiologia da doença mas também, principalmente, conhecimentos sobre a fenologia da planta. Desta forma, o conhecimento dos mecanismos fisiológicos e dos fatores ambientais que induzem o aparecimento de tecidos susceptíveis (folhas novas, flores e frutos jovens), bem como a possibilidade do controle destes mecanismos através de manejo, poderá ser uma importante ferramenta no combate à doença. Com o objetivo de reduzir a incidência da doença nas folhas, flores e frutos, tentou-se controlar o processo de floração e fluxo foliar através de métodos mecânicos ou químicos para provocar assincronia entre as épocas de liberação dos esporos do fungo e a emissão de tecidos susceptíveis à infecção.


MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi conduzido na Estação Experimental Sósthenes de Miranda (ESOMI-CEPLAC), localizada no município de São Sebastião do Passé, km 62/63 da rodovia Salvador - Feira de Santana, na região do Recôncavo da Bahia, em cacaueiros da cultivar “catongo” com 20 anos de idade, espaçamento 3,00 x 3,00 m e produtividade média de 600 kg/ha.. As unidades experimentais foram distribuídas em quatro blocos com oito parcelas, sendo a unidade experimental formada por 3 plantas.


Os tratamentos aplicados em agosto/99, época período de baixa floração e fluxo foliar, foram os seguintes: Cloreto de Mepiquat (PIX) a 3.000 e 6.000 ppm; Paclobutrazol (PBZ) a 0.1, 0.2 e 0.4 g i.a./planta; Anelamento com 2,5 mm; Estrangulamento com arame e; o Controle. O PIX foi pulverizado nas folhas, sendo aplicado um litro de solução por planta. O PBZ foi diluído em água e injetado no tronco das árvores, sendo aplicado 20 ml de solução por planta. O anelamento do caule foi feito com um faca especialmente desenvolvida para o experimento, a 20 cm do solo e tendo-se o cuidado de remover todo o cortex, em uma faixa de 2,5 mm. Para o estrangulamento do caule foi utilizado quatro fios de arame recozido, trançados e aplicado com um alicate de pressão a 20 cm do solo.
Os parâmetros fluxo foliar (total de folhas lançadas em cinco ramas por planta) e intensidade de floração (total de flores emitidas em quatro seções da planta – uma seção do fuste e três das ramas) foram observados semanalmente durante 13 meses.


A análise estatística foi realizada através do Sistema para Análise Estatística (SAEG), versão 5.0, a significância dos efeitos estudados foi verificada pelo teste F e a comparação das médias dos tratamentos feita pelo teste de Duncan a 5% de probabilidade.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Nas figuras 1 e 2 estão representados graficamente os valores observados, por tratamento, para número de folhas e flores emitidas semanalmente no período de maio de 1999 a maio de 2000 e, também, a temperatura média e precipitação pluviométrica semanais. O Quadro 1 mostra os valores totais para número de flores e folhas lançadas no período estudado e o resultado da comparação entre as médias dos tratamentos. As análises desses resultados foram realizadas em dois períodos distintos:


Período 01 - Compreende os dados coletados entre as semanas 01 e 12, período anterior à aplicação dos tratamentos e teve como objetivo checar a homogeneidade do material experimental. A análise estatística dos totais de folhas e flores produzidas nesse período indicaram não existir diferenças significativas entre as plantas que posteriormente receberam os tratamentos (Figuras 1 e 2).
Período 02 - Dados coletados entre as semanas 13 e 55, após à aplicação dos tratamentos, observando-se diferenças significativas entre os tratamentos (Figuras 1, 2 e Quadro 1).
Os lançamentos foliares, no período em estudo, aconteceram entre os meses de setembro a abril distribuídos em um fluxo de alta intensidade (setembro/outubro) e dois outros de baixa intensidade (dezembro/janeiro e março/abril). O repouso vegetativo ocorreu entre os meses de maio a setembro quando a precipitação pluviométrica foi alta e as temperaturas médias semanais se mantiveram abaixo de 23°C. Com a ocorrência de um curto período de estiagem e conseqüente elevação da temperatura observou-se a interrupção do repouso vegetativo e imediata emissão de folhas novas (Figura 1). Trabalhos desenvolvidos no sul da Bahia (Brasil) e em Trinidad confirmam o relacionamento do fluxo foliar com a temperatura do ar (Alvim et al., 1969) e com período de seca seguido de chuva (Sale, 1970; Alvim et al., 1974).


Os tratamentos com Cloreto de Mepiquat, em todas as dosagens, e com Paclobutrazol, nas dosagens de 0,1g e 0,2g, não apresentaram qualquer efeito sobre número de folhas emitidas em relação as plantas controles, tanto na análise dos totais semanais quanto no total de folhas produzidas durante todo o período experimental (Figuras 1 e Quadro 1). Nas quantidades mencionadas, os bio-reguladores não promoveram qualquer mudança nos períodos de lançamento foliar do cacaueiro (Figura 1). Entretanto o Paclobutrazol na dosagem de 0,4g i.a./planta proporcionou uma significativa redução de 29% no número total de folhas emitidas (Quadro 1). Em plantas jovens de cacau Orchard (1985) e Valle e Almeida (1989) observaram redução do crescimento com a aplicação de paclobutrazol na planta e no solo.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 1. Número de folhas emitidas semanalmente em cinco ramas por planta marcadas em doze cacaueiros da cultivar “catongo” submetidos a tratamentos químicos e mecânicos, temperatura média e precipitação observadas semanalmente na ESOMI, entre maio/99 e maio/00.

 

O estrangulamento do tronco produziu resultados semelhantes ao tratamento com paclobutrazol a 0.4 g i.a./planta (Quadro 1), reduzindo em 28% o número total de folhas emitidas, em relação às plantas controle. Esta diferença significativa em número total de folhas emitidas deve-se exclusivamente à um efeito tardio na redução do fluxo foliar das plantas tratadas ocorrido nas semanas 45, 46 e 47 (terceiro pico de lançamento - Figura 1) o que, provavelmente, seja conseqüência da intensificação do estrangulamento da planta em decorrência do aumento do diâmetro pelo crescimento cambial. A influência da carga dos frutos, atuando como forte “dreno” para fotoassimilados sobre o lançamento de folhas novas (Müller et al., 1988; Vogel et al., 1982), pode também ter sido a causa da redução do fluxo foliar nas semanas 45,46 e 47, haja vista a intensa frutificação neste período apresentada pelas plantas estranguladas, aneladas e tratadas com PBZ a 0,4 g.
O anelamento do tronco, diferindo estatisticamente dos demais, foi o tratamento mais eficiente no controle do fluxo foliar do cacaueiro que, em relação às plantas testemunhas, reduziu em 60% o total de folhas emitidas (Quadro 1). Além de interferir quantitativamente no fluxo foliar da planta, o anelamento retardou o ponto de máximo lançamento foliar em, aproximadamente, quatro semanas (Figura 1).

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 2. Número de flores emitidas semanalmente em quatro seções por planta marcadas em doze cacaueiros da cultivar “catongo” submetidos a tratamentos químicos e mecânicos, temperatura média e precipitação observadas semanalmente na ESOMI, entre maio/99 e maio/00.

Quadro 1. Número total de folhas lançadas (fluxo foliar) em cinco ramas e flores produzidas em quatro seções marcadas em doze cacaueiros da cultivar “catongo” submetidos a tratamentos químicos e mecânicos. Os dados de ambos os parâmetros foram transformados em percentual em relação às plantas controle. Período: agosto/99 a maio/00. ESOMI.

 

Tratamento

Fluxo  Foliar

Floração

 

Número

    Efeito %

Comp.

Número

 Efeito %

Comp.

 

 

 

 

 

 

 

Pix 3000 ppm

368

  -7

A B

1405

    3

C D

Pix 6000 ppm

381

  -4

A B

  942

 -31

D

PBZ 0,1 g i.a./planta

344

-13

A B

2310

  69

B C D

PBZ 0,2 g i.a./planta

361

  -9

A B

3042

122

B C

PBZ 0,4 g i.a./planta

281

-29

B

3454

152

B

Anelamento

157

-60

C

6288

359

A

Estrangulamento

285

-28

B

3860

182

B

Controle

396

   0

A

1369

    0

C D

 

 

 

 

 

 

 

 

Valores seguidos da mesma letra, na coluna, não diferem estatisticamente entre si pelo teste de Duncan (p <= 0,05).

 

Da mesma forma que o fluxo foliar, a floração segue um padrão sazonal, mostrando variação de ano para ano em uma mesma região. Esta observação sugere que a floração do cacaueiro adulto é marcadamente influenciada por mudanças nas condições ambientais. Na maioria das localidades produtoras de cacau, a produção de flores é controlada principalmente pelos fatores climáticos (Alvim, 1977).


Em condições normais, a floração no Recôncavo da Bahia, tem início em outubro/novembro e se estende até abril/maio, atingindo um máximo por volta de fevereiro e, praticamente, nenhuma floração de junho/outubro, período de baixas temperaturas (Müler et al.,1988). Observando a distribuição da floração durante o período do estudo (Figura 2), constatou-se dois pontos de máxima floração ocorrendo em janeiro/fevereiro, o que normalmente acontece, e outro de semelhante intensidade em maio/junho (semanas 3 e 4), quando a intensidade de floração normalmente é baixa. Tal ocorrência, provavelmente se deva a um período seco, com deficiência hídrica, observado entre os meses de outubro/98 a março/99 (236,1 mm) seguido de intensas chuvas em abril e maio/99 (611,4 mm). Indução da floração do cacaueiro em resposta à alternância de períodos secos com períodos chuvosos foi também observado por Sale (1970); Alvim (1977) e Silva et al. (1982).


Pulverização com PIX nas concentrações de 3000 e 6000 ppm não proporcionou nenhum efeito significativo no controle da floração nas condições do Recôncavo da Bahia. Nas plantas tratadas as florações ocorreram nas épocas normais (Figura 2), sendo os totais de flores emitidas semanalmente e em todo o período considerados estatisticamente semelhante ao controle (Quadro 1), apesar de numericamente, para dosagem de 6000 ppm, ter sido observado uma redução de 31 % no número total de flores produzidas.


Todos os tratamentos com paclobutrazol foram semelhantes e proporcionarem aumentos reais do número de flores produzidas, entretanto, apenas na maior dosagem é que o valor foi considerado estatisticamente superior ao controle (Quadro 1). As aplicações de doses crescentes nas quantidades de 0.1, 0.2 e 0.4 g i.a./planta determinaram incrementos de, respectivamente, 69, 122 e 152 %, no número total de flores emitidas no período. Estes incrementos sugerem que, aparentemente, a melhor dosagem de aplicação do produto não foi alcançada, sendo necessário testar doses maiores para se obter o máximo de eficiência do regulador. Resultados semelhantes foram observados por Valle e Almeida (1991) trabalhando com plântulas de cacaueiro.


Os resultados obtidos com o estrangulamento da planta foram semelhantes aos produzidos com paclobutrazol injetado no tronco a 0.4 g./planta, diferindo estatisticamente do controle, com aumento de 182 % no número total de flores emitidas (Quadro 1). É possível, que com a utilização de uma metodologia que possibilite a aplicação de maior pressão do estrangulamento sobre o córtex da planta, aumentos maiores de florescimento possam ser promovidos.


O anelamento do tronco foi o tratamento que apresentou a melhor eficiência para controlar a floração do cacaueiro, diferindo estatisticamente de todos os demais. O número total de flores emitidas foi significativamente aumentado nas plantas aneladas, com um incremento de 358 % em relação ao controle (Quadro 1). O anelamento das plantas apresentou efeito tanto na quantidade das flores emitidas quanto no deslocamento do processo, antecipando a floração em, aproximadamente, oito semanas (Figura 2).

CONCLUSÕES
Nas condições em que o experimento foi conduzido, concluí-se que a manipulação da intensidade e da época de ocorrência da floração e do crescimento vegetativo (fluxo foliar) do cacaueiro em condições de campo só é possível com o bloqueio total dos vasos do floema através do anelamento da planta . A obstrução parcial dos vasos floemáticos com o uso do estrangulamento induz somente a uma alteração na intensidade dos processos.

LITERATURA CITADA
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M. W. Müller, A. A. de Lima

CEPLAC, Estação Experimental Sosthenes de Miranda, C.P. 50, 44200-000

Santo Amaro, Bahia, Brasil

 

P. de T. Alvim
2Fundação Pau Brasil, C.P 07, 45600-000

Itabuna, Bahia, Brasil