PRODU플O E COMERCIALIZA플O DE PALMITO DE PUNPUNHA (Bactris gasipaes Kunth) NO SISTEMA DE INTEGRA플O

1. Introdu豫o

O cultivo da Pupunheira com o objetivo de comercializar as hastes de palmito uma atividade recente tanto no Brasil quanto no mundo. Em pases como Costa Rica esta atividade foi desenvolvida a partir do final da dcada de 70 e no Brasil s na ltima dcada com a implanta豫o de vrias reas, principalmente nos estados do Par, Bahia e So Paulo. Esta nova estratgia de produ豫o, aliada a outras a寤es fruto da rigorosa legisla豫o ambiental e sanitria fizeram com que negcio palmito comeasse a perder o carter de atividade extremamente extrativista e a se transformar em um agronegcio vivel.

pesar do pas possuir, em vrias regies, condi寤es edafo-climticas adequadas produ豫o de palmito, esta atividade ficou restrita s grandes empresas que construram indstrias para receber suas produ寤es prprias. Por outro lado, vrios empreendedores que mesmo tendo uma rea de palmito relativamente pequena para o modelo de uma cadeia produtiva competitiva, precisaram encontrar solu寤es para vender sua produ豫o e assim construram, a custo de muitos esforos, indstrias que na sua grande maioria se tornaram inviveis.

O cultivo de palmito para a produ豫o de hastes um tipo de negcio que precisa ter uma correta planifica豫o visando, principalmente, adequar-se ao sistema de comercializa豫o. No basta apenas ter um excelente produto, necessrio tambm ter op寤es onde vender sua produ豫o por um preo remunerador e assegurar uma constncia na entrega, pois neste cultivo, realiza-se a colheita periodicamente com intervalos de 20 a 45 dias.

Surge agora, na Bahia, um novo modelo que busca atender a todos os que desejam incluir a explora豫o do palmito cultivado de Pupunha como mais uma atividade na sua fazenda e na busca de aumento de sua renda, sem necessidade de implantar as etapas de industrializa豫o, logstica, comercializa豫o e marketing. o sistema de Integra豫o, onde produtores e indstria formam a cadeia produtiva do palmito, que tem tambm, outros importantes participantes como Bancos, Governo do Estado e Empresas de Pesquisa e de Projetos e Assistncia Tcnica.

2. Sistema de integra豫o no cultivo de palmito

Principais a寤es das indstrias e produtores e os processos do sistema de Integra豫o:

2.1. Indstria
Comprar toda a produ豫o de palmito dos Produtores Integrados, assegurando-lhe o pagamento por haste nos preos do mercado regional e nos prazos acertados.

2.2. Produtores
Implantar sua lavoura de palmito e comercializar sua produ豫o junto a Indstria Integradora. A base fundamental a produtividade e a qualidade.

2.3. Processos

Sementes
Para facilitar a disponibilidade de sementes em qualidade e quantidades adequadas, as indstrias Integradoras adquirem as sementes, realizam o processo de germina豫o e repassam as plntulas selecionadas e classificadas para os Integrados. Esta alada poder ser da nova Biofbrica de Palmito que est sendo construda no municpio de Camamu como a豫o do Governo do Estado visando apoiar a Cadeia Produtiva do Palmito.

Estima-se uma oferta de sementes de palmito de Pupunheira sem espinhos, produzidas no Sul da Bahia, superior a 10 toneladas por ano. Alm disso, no Norte do Brasil (Acre, Rondnia e Par) pode-se adquirir quantidades superiores a 30 toneladas de sementes certificadas, por ano. Estas quantidades permitem a implanta豫o de at 01 mil hectares anualmente.

Capacita豫o
Produtores e trabalhadores recebem treinamento sobre todas as etapas de produ豫o do cultivo. Esta capacita豫o realizada, principalmente, pelas indstrias Integradoras para os seus integrados.

Assistncia Tcnica
Este processo um dos pilares do sistema. A indstria Integradora fornece Assistncia Tcnica peridica para seus produtores Integrados em todas as etapas de produ豫o (prepara豫o do solo, plantio, manejo, colheita).

As empresas que realizam os projetos tambm fornecem assistncia tcnica para os produtores.

Prticas culturais
Como toda atividade agrcola faz-se necessrio a realiza豫o de prticas culturais como controle de ervas, aduba豫o, replantio, controle de pragas e desbrota. Estas atividades so realizadas pelos funcionrios dos Integrados sob orienta豫o dos Tcnicos que assessoram o projeto.

Colheita
Os Integrados realizam a colheita nas datas acertadas com a Indstria.

Coleta de palmito na propriedade
Coletar o palmito na propriedade do Integrado uma a豫o da indstria integradora. O processo organizado de tal forma que o palmito seja coletado a tempo suficiente de ser processado, sem que haja perdas de qualidade.

Cronograma de implanta豫o
As atividades so programadas em fun豫o da oferta de sementes ou mudas. As sementes oriundas da regio Sul da Bahia esto disponveis para serem germinadas entre os meses de junho e setembro. As sementes provenientes do Norte do Brasil esto disponveis entre fevereiro e abril.

Sabendo que so necessrios entre 5 e 6 meses para a obten豫o de mudas a partir da repicagem para os saquinhos, as mudas formadas com sementes oriundas do Sul da Bahia ficam disponveis para o plantio no primeiro semestre do ano, enquanto as que so provenientes do Norte do Brasil esto prontas na metade do segundo semestre.

Financiamento
Os Bancos oficiais dispem de linhas de crdito para financiar os produtores que desejam implantar suas lavouras de palmito. Logicamente, atendendo as regras bsicas do sistema de crdito vigente no pas.

As indstrias integradoras assessoram o produtor na busca do crdito junto aos Bancos oficiais para implanta豫o de sua lavoura;

Preocupados com a dificuldade de crdito para pequenos e micro produtores, a cadeia Produtiva do Palmito criou com recursos das indstrias integradoras um FUNDO DE AVAL para garantir o financiamento de projetos destes agricultores. Com isso dispensa as garantias reais, uma vez que na sua grande maioria, estes produtores j no dispunham de lastro para financiar novas atividades.

Contrato
Produtores e indstria firma contrato de integra豫o que visa disciplinar os processos descritos anteriormente.

3. Aspectos tcnicos da produ豫o de palmito cultivado

O palmito cultivado de Pupunheira se desenvolve muito bem nas regies onde a precipita豫o pluviomtrica superior a 1.600 mm e bem distribudo ao longo do ano. Altitudes inferiores a 900 msm.; solos de texturas franca arenosa, franca argilosa ou arena argilosa; pH acima de 4,5 e mximo de 6,5; boa drenagem e profundidade superior a 0,50 m.

3.1. Forma豫o de Mudas
O viveiro deve ser projetado considerando que 1 m2 de rea permite a forma豫o de 70 a 80 mudas. Devido forma de desenvolvimento do sistema foliar, faz-se necessrio uma separa豫o entre os saquinhos dentro do canteiro. Uma forma prtica ordenar os saquinhos em dois grupos de trplices fileiras separadas por um vo de 20 cm.

Na regio do Sul da Bahia, as plntulas (sementes germinadas) precisam de sombreamento na sua etapa inicial de desenvolvimento. Isto ocorre at o terceiro ou quarto ms aps o transplante para os saquinhos. O uso de telas tipo rfia que permitem um sombreamento de 30% tem sido muito eficiente permitindo um rpido crescimento das mudas. Aps este perodo inicia-se o processo de aclimata豫o, ou seja, a retirada gradativa da sombra permitindo no final a completa exposi豫o das mudas ao sol.

De forma geral o substrato deve ter a seguinte composi豫o:
20 a 30 % de material orgnico de qualidade (esterco, composto, etc);
10 % de casca de caf, arroz ou outro material seco;
60 a 70 % de solo (preferencialmente de textura franca, arenosa ou areno-argilosa);
Calcrio Dolomtico (2 kg/m3);
Fertilizante Osmocote (2 kg/m3) ou a Frmula A (1,2 kg/m3);
Superfostato Triplo (1,2 kg/m3);

Para preparar este substrato necessrio que os materiais de grande volume estejam secos. Pode-se colocar sob lona plstica ou dentro de um galpo. Na mistura do substrato, usa-se uma betoneira que tem capacidade para misturar 180 litros deste material, cujo volume permite encher 150 saquinhos com as dimenses 14 cm X 20 cm X 0,10 mm.

A aplica豫o de gua pode ser realizada atravs de regador ou sistema de irriga豫o. Estima-se um consumo de at 3 mm/dia em perodos de alta evapotranspira豫o, na fase final de produ豫o das mudas.

Algumas enfermidades que podem ocorrer em plantas enviveiradas: Podrido do talo e razes (Fusarium sp); Podrido de plntulas (Pythium sp. e Rizoctonia sp.); Antracnose (Colletotrichum spp.); Mancha parda (Mycosphaerella spp.); Podrido da flecha (Phytophthora sp. e Erwinia sp.). Entretanto, so controladas com a寤es preventivas como:
O viveiro deve ser construdo em local de fcil drenagem;
Entre os canteiros devem ser construdos drenos para a retirada completa do excesso de gua;
O solo para a prepara豫o do substrato deve ser procedente de reas onde no tenha sido cultivado anteriormente;
As sementes germinadas devem ser tratadas antes de serem transplantadas;
Aps o transplante, usar serragem grossa (maravalha), desde que seja nova, para proteger o substrato de salpicado da chuva e o desenvolvimento de ervas;
Realizar aplica寤es preventivas de fungicidas.

As principais pragas que atacam as mudas nos viveiros so os ratos e eventualmente os gafanhotos. O controle realizado mediante a utiliza豫o de iscas para ratos e a cata豫o de gafanhotos.

Durante o desenvolvimento das mudas pode-se aplicar um fertilizante foliar completo (macro e micronutrientes) e bioestimulantes.

As mudas esto aptas para serem plantadas definitivamente no campo quando apresentarem um dimetro do coleto superior a 1 cm, tenham um bom vigor e livres de enfermidades e pragas.

3.2. Preparo da 햞ea
O plantio deve ser realizado em reas onde no seja necessria a supresso de espcies arbreas e preferencialmente em reas de pastagens ou de cultivos anteriores. Por tratar-se de uma espcie helifila no deve ser cultivada em reas com sombreamento.

Densidade de plantio
Os primeiros trabalhos relacionados com a busca de uma densidade ideal para palmito de Pupunheira, ocorreram na Costa Rica no incio da dcada de oitenta. (Zamora y Vargas 1985).

A evolu豫o para novas densidades de plantio surgiu a partir da demanda do mercado consumidor que optava por consumir palmitos mais finos. Com isso novos estudos foram realizados considerando os aspetos agronmicos e econmicos do cultivo e os resultados indicaram que as op寤es de maior rentabilidade estavam associadas s maiores densidades. (Vargas, 2000).

Na regio Sul da Bahia, a densidade de 7.200 plantas por hectare tem produzido bons resultados econmico e hoje a mais utilizada para a implanta豫o de novas reas. O espaamento usado 1,85 m (entre linhas) x 0,75 m (entre plantas).

Implanta豫o
O preparo da rea pode ser manual ou mecanizado. As principais atividades so:
Limpeza da rea (roagem ou arar e gradear);
Aplica豫o de corretivo do solo (fosfatos, calcrios);
Balizamento (utiliza-se apenas 160 balizas por hectare)
Trilhamento (apenas nas linhas de plantio);
Coveamento (25 cm x 30 cm);
Distribui豫o de mudas;
Aplica豫o de fertilizante (Superf. Triplo ou Frmula A). A dosagem varia de acordo ao solo.
Plantio;
Recoleta de sacos plsticos;

Manuten豫o
Aps a implanta豫o as principais atividades so o controle de ervas, fertiliza豫o, monitoramento e controle de pragas e enfermidades.

Controle de ervas
As principais tcnicas utilizadas no controle de ervas so: o uso de herbicidas, roagem e capina. Sendo esta ltima, apenas nos trs primeiros meses aps a implanta豫o do cultivo. Aps o incio da colheita, ocorre uma redu豫o significativa no controle de ervas, uma vez que as folhas e parte das cascas do palmito formam uma cobertura morta. A densidade de plantio outro fator importante que contribui na redu豫o da incidncia de ervas.

Fertiliza豫o
Deve ser realizada de acordo como resultado das anlises de solo. A aplica豫o pode ser fracionada em 04 vezes por ano. O local de aplica豫o do fertilizante varia de acordo ao desenvolvimento do cultivo. Inicia-se com a aplica豫o ao redor da planta, a aproximadamente 20 cm. Aps 01 ano de desenvolvimento, pode-se aplicar o fertilizante na rea total da planta, uma vez que as razes absorventes encontram amplamente distribudas nesta rea. Os principais fertilizantes utilizados so Cloreto de Potssio, Superfosfato Simples/Triplo, Uria e micronutrientes. importante ressaltar que a fertiliza豫o deve contemplar o equilbrio nutricional da planta. Excesso de fertilizantes aplicados no solo ou mal quantificados provoca desequilbrio entre os nutrientes e conseqentemente induzem perdas tanto para a nutri豫o da planta quanto no aumento dos custos.

Controle de pragas
As principais pragas que atacam a lavoura estabelecida so:
Falsa Broca (Metmasius hemipterus Sericeus);
A larva e o adulto atacam as touceiras (cepas) e plantas em desenvolvimento. Neste mesmo local ocorre o desenvolvimento das outras etapas do ciclo de vida do inseto, como ovo e pupa.
O controle desta praga realizado conjuntamente contra o Rhynchophorus.

Bicudo do Coqueiro (Rhynchophorus palmarum Linne);
A larva ataca principalmente o rizoma sob a superfcie ou na regio do coleto das plantas. Estas fazem galerias em dire豫o ao centro do rizoma provocando a perda do palmito e a morte da planta. Alm disso, so transmissores de enfermidades fngicas.

O adulto ataca a touceira aps o corte, depositando ovos e sugando a seiva. Tem sido registrada a presena do adulto atacando entre as inser寤es das folhas com o talo.

Ambos os insetos so controlados mediante o uso de armadilhas com feromnio. Recentemente o mercado tem disponibilizado feromnios que permitem atrai as duas espcies (Metalure+Rhynkolure). As armadilhas so semelhantes quelas usadas na cultura do coqueiro. Utiliza-se um galo plstico com duas aberturas laterais (5 cm x 10 cm) amarrado em uma estaca altura de 0,80 cm do solo. Na parte interna do galo prende-se o feromnio. No seu interior acrescentam-se pequenos pedaos de palmito ou cana-de-a旿car e finalmente aplica-se um inseticida (Sevin a 1%) sobre este material. Semanalmente troca-se o material no interior da armadilha. O feromnio tem dura豫o mdia de 60 a 90 dias. A quantidade de armadilhas varia de acordo ao grau de infesta豫o, podendo ter 4 armadilhas para cada hectare at 1 para cada 5 hectares.

Aps o controle deve-se manter o uso das armadilhas visando monitorar quantitativamente as duas espcies. O procedimento o mesmo e deve-se apenas realizar a contagem de cada espcie por armadilha, anotar e definir o momento de controle. Para o monitoramento, 1 armadilha para cada 5 hectares suficiente.

Besouro Rinoceronte (Strategus spp.);
A larva facilmente encontrada em madeira em decomposi豫o. O adulto perfura o solo abrindo galerias e ataca o rizoma.
Pode ser controlado cavando as galerias e eliminando o adulto.

Manejo de enfermidades
Podrido Basal (Phytophthora palmivora)
Produz morte das folhas centrais e apodrecimento do meristema apical. A principal medida de controle evitar o uso de substrato cujo solo tenha sido oriundo de reas de cacau, alm disso, manter as plantas bem nutridas e livres de ervas.

Podrido mole (Erwinia chrysanthemi)
Causa o apodrecimento do meristema apical, provocando a morte das folhas centrais. A leso apresenta-se mida e com forte cheiro de podrido. Algumas medidas de controle so: drenagem e nutri豫o equilibrada.

Colheita
A partir dos 14 meses aps o plantio no campo comea a colheita. Esta realizada a cada intervalo de 20 a 45 dias em uma mesma rea. A planta deve ser colhida quando estiver no seu melhor estado de matura豫o. Esta condi豫o se observa atravs do dimetro basal (verificado entre 10 a 15 centmetros do solo, devendo esta planta ter um dimetro mnimo de 10 centmetros) e das disposi寤es das trs ltimas folhas a uma altura de aproximadamente 1.70 metros.

A haste colhida deve ter um comprimento final mnimo de 65 e mximo de 75 centmetros e apresentar uma base (ma豫 ou gema) com 10 cm de comprimento e ter duas (02) capas protetoras. O palmito no dever permanecer exposto ao sol depois de colhido.

A produtividade mdia por hectare de 8.5 mil hastes/ano, podendo superar 10 mil hastes/ha/ano, de acordo ao manejo realizado.

4. Breve anlise financeira

Investimento mdio inicial por hectare (Ano 1): R$: 5.400,00
Custo mdio anual por hectare (a partir do Ano 2): R$ 2.400,00
Receita bruta mdia anual por hectare (a partir do ano 3): R$ 4.675,00

Uma anlise direta permite expressar que se trata de uma atividade com alto rendimento por hectare, superior a muitas atividades que hoje so exploradas comercialmente. sem dvida um importante cultivo que pode gerar renda e liquidez, inclusive para os produtores de cacau que tem durante o ano uma entressafra muitas vezes superior a 5 meses ficando descaptalizados, tendo que obter recursos externos.

Uma maior profundidade na anlise financeira depender de variveis como taxa de juros e prazo de carncia. Entretanto, o cultivo de palmito vivel e destaca-se por apresentar durante todo o ano um bom fluxo de caixa.

5. Considera寤es finais

Atualmente no Sul da Bahia existem 07 empresas que industrializam palmito e so credenciadas pela ANVISA. A rea de produ豫o estimada de palmito de 2.983 hectares. (Rodrigues, 2003).

A meta das empresas que fazem parte da Cadeia Produtiva do Palmito comprar e industrializar palmito de 10 mil hectares oriundos de produtores INTEGRADOS. Na cidade de Uruuca, no estado da Bahia, est instalada e em funcionamento uma das mais modernas fbricas de processamento de palmito do mundo.

O programa de Integra豫o da INACERES teve incio no ano de 2002 com apenas 04 produtores integrados. Aps dois anos, em junho de 2004, a empresa registrou parceria com 25 produtores que juntos totalizam uma rea de 206 hectares de palmito. Os primeiros Integrados comearam a colheita em suas reas em maio de 2004.

O sistema de Integra豫o da Cadeia Produtiva do Palmito visa atender aquelas associa寤es de produtores oriundas dos programas de assentamento do Governo, associa寤es de produtores, pequenos, mdios e grandes empresrios. Trata-se de uma alternativa para o Sul da Bahia, difere de muitas outras por ter os distintos processos coordenados para que os envolvidos (Integrados e Empresa Integradora) possam produzir e obter seus lucros a partir de seus investimentos, ter constncia na entrega e principalmente no recebimento dos pagamentos pela produ豫o comercializada ao longo de todo o ano.

 

Manoel Aboboreira Neto