AS PREGUIÇAS GIGANTES

 

No passado, existiram preguiças gigantes, cujas dimensões corporais eram muito maiores do que as preguiças que vivem atualmente. As preguiças gigantes bem representadas no registro fossilífero são as do gênero Nothrotherium, da família Megatheriidae, com mais de 3 metros de comprimento, que habitava a América do Norte, e as do gênero Megatherium, da América do Sul, chegava a 6 metros de comprimento.

As preguiças atuais (Bradypus e Cholepus) pertencem a famílias diferentes das preguiças gigantes e não sâo parentes próximas delas.

 

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As preguiças atingiram seu apogeu numa época relativamente recente no pleistoceno com numerosas formas gigantes, tais como o Megatherium , com volume de um elefante cuja apófise gigante caracteres de Edentata, muito desenvolvido


Esse gigante viveu no chão e andava provavelmente com os pés plantígrados e mãos acalcanhado (pisando com as mãos torcidas). Alimentava-se de vegetais e talvez de cupins. Estes animais eram suficientemente altos para se apoiarem nas patas posteriores e se alimentarem de brotos tenros dos galhos de árvores. Foram encontrados excrementos e até tecidos mumificados de corpo de preguiças terrestres em cavernas das regiões áridas da América do Norte e do Sul, algumas vezes em associações com artefatos humanos.

Nem todas as preguiças extintas eram de grande porte; havia também preguiças de médio porte (Glossotherium) e de pequeno porte (Nothrotherium).  

Vera Lúcia de Oliveira
Bióloga

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